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Resumo:
O Projeto Mostardas e Suas Memórias procura trazer à tona os modos de vida na região de Mostardas na época em que permanecia praticamente isolada do resto do país. Mostrar, através de testemunhos de moradores locais, integrantes da terceira idade, como se comportavam os moradores nessa época, como eram os costumes do dia a dia, a religião, o artesanato a gastronomia, a arte de fazer instrumentos de trabalho, as lidas campeiras, a agricultura, a pecuária, a educação escolar, a arquitetura, os anseios e as suas dificuldades. Tudo isso registrado em vídeo através de rodas temáticas de conversa ou entrevistas individuais específicas. Será feita uma agenda de entrevistas com pessoas da terceira idade. Os grupos pré-determinados pela equipe produtora receberão, um dia antes da entrevista, um tema para ser discutido. Assim, previamente irão ativando sua memória sobre o assunto. Serão escolhidos lugares para realizar a entrevista que tenham as seguintes características: confortáveis, silenciosos, com a possibilidade de instalação dos equipamentos de filmagens e com disposição de um pequeno coquetel para os participantes da entrevista. Todas as entrevistas terão a participação de um mediador. É interessante ressaltar que, em alguns casos, a equipe poderá se deslocar para o interior do município, buscando um grupo de pessoas que tenha mais afinidade com determinado tema ou, ainda para que colha o depoimento individual de uma testemunha relevante ao tema. Serão feitas cópias do documentário para distribuição em escolas, órgãos públicos municipais e entidades do município.
Justificativa:
A finalidade do presente projeto é o registro da memória da história de Mostardas. Como público de entrevistados é composto de integrantes da terceira idade, nos surge uma preocupação, e até certa urgência, em iniciarmos esse processo. Estamos perdendo estas testemunhas por motivo de suas idades avançadas, então é preocupação nossa registrar a sabedoria e a experiência de cada um dos entrevistados nos diversos temas escolhidos, para que fique arquivado para as gerações atuais e futuras, como se passava a vida nessa esquecida faixa de terras do Rio Grande do Sul. Assim se busca a preservação da memória, da pesquisa sobre o patrimônio imaterial e garantimos sua permanência para pesquisas futuras.
Mostardas é uma cidade gaúcha que fica no meio da península sulriograndense. A geografia da região é ímpar no estado, quiçá no Brasil. Segundo o censo de 2010 do IBGE, o município conta com 12.120 habitantes, sendo, em sua maioria, moradores da área urbana. É interessante informar que dez por cento da população encontra-se na faixa etária acima de 65 anos. Embora os relatos de ocupação das terras onde hoje está Mostardas sejam dos mais antigos do estado, a região carece de registro histórico. Poucos historiadores se interessaram em registrar os fatos ocorridos durante o passar do tempo na região. Para se ter uma noção dessa afirmativa, salientamos que, embora Mostardas tenha sido emancipada de São José do Norte em 1963, sua fundação como vila, data de 1773, ou seja, a Freguesia de São Luiz, como foi sua primeira denominação, já há 190 anos antes de sua emancipação registrava ocupantes. E mais, há ainda registros mais antigos que relatam a distribuição de terras na região a partir de 1752 no Livro de Registro de Distribuição de Terras do RS. Sem dúvida a região da península foi de suma importância para o Rio Grande visto que os primeiros habitantes se ocupavam da faixa litorânea. Em suma, a relevância cultural de se fazer esse levantamento de pesquisa e registrar a história oral é de suma importância.
Outro fato importante a salientar é que Mostardas permaneceu isolada por muitos anos devido ao precário acesso, conhecido como “estrada do inferno”1. Esse isolamento aliou-se a problemas de gerência, visto que a vila de Mostardas ficou muito distante da sede administrativa do município: São José do Norte2. E isso permaneceu até 1964, ano de instalação do recém-criado município de Mostardas. Até essa data, Mostardas era uma pequena vila, com costumes preservados e arquitetura própria, pois eram poucos os aventureiros que se arriscavam pela temida estrada com destino a região. Ao observar esse isolamento, podemos destacar dois pontos, um negativo e outro positivo.
Como negativo destacamos o desenvolvimento da vila, que, em comparação a outros locais, permaneceu quase que parada no tempo. Já o aspecto positivo está relacionado justamente à preservação dos costumes até bem pouco tempo. Assim, é possível se afirmar que muitas pessoas que viveram essa época pré-emancipação permanecem vivas e lúcidas para poderem nos relatar, até com minúcias, como era a vida na pacata cidade litorânea nessa época de isolamento, o que seus avós contavam, quais os costumes peculiares, como era feito o escoamento da produção, como eram trazidos os mantimentos, como eram as crenças religiosas, os métodos de construção, entre tantos assuntos que serão abordados pelo projeto que ora propomos.
Outro fato importante a salientar é que Mostardas permaneceu isolada por muitos anos devido ao precário acesso, conhecido como “estrada do inferno”1. Esse isolamento aliou-se a problemas de gerência, visto que a vila de Mostardas ficou muito distante da sede administrativa do município: São José do Norte2. E isso permaneceu até 1964, ano de instalação do recém-criado município de Mostardas. Até essa data, Mostardas era uma pequena vila, com costumes preservados e arquitetura própria, pois eram poucos os aventureiros que se arriscavam pela temida estrada com destino a região. Ao observar esse isolamento, podemos destacar dois pontos, um negativo e outro positivo.
Como negativo destacamos o desenvolvimento da vila, que, em comparação a outros locais, permaneceu quase que parada no tempo. Já o aspecto positivo está relacionado justamente à preservação dos costumes até bem pouco tempo. Assim, é possível se afirmar que muitas pessoas que viveram essa época pré-emancipação permanecem vivas e lúcidas para poderem nos relatar, até com minúcias, como era a vida na pacata cidade litorânea nessa época de isolamento, o que seus avós contavam, quais os costumes peculiares, como era feito o escoamento da produção, como eram trazidos os mantimentos, como eram as crenças religiosas, os métodos de construção, entre tantos assuntos que serão abordados pelo projeto que ora propomos.
Seguidamente conversarmos com pessoas de mais idade e ficamos fascinados com seus relatos sobre a história de Mostardas. E eles, mais ainda, ficam encantados em ter a oportunidade de compartilhar com alguém seu conhecimento. Entretanto, ao mesmo tempo em que ficamos interessados nas histórias, surge-nos a preocupação de que essa história está acessível a poucos, resumindo: ao círculo de conversa dos idosos e aos seus familiares basicamente.
Reiteramos então a importância de registrar tais fatos sob pena de perder suas testemunhas, devido ao envelhecimento natural. Certamente muitos relatos de fatos importantes já se perderam, pois suas testemunhas não estão mais entre nós, entretanto, seus filhos e netos ainda permanecem sob nosso convívio e são importantes testemunhas dos relatos de seus parentes, além daqueles que, como já justificamos, ainda estão vivos e estiveram presentes nessa fase de evolução da então vila de Mostardas até se tornar município.
O foco da pesquisa será nas pessoas da terceira idade utilizando um método que expomos a seguir:
Serão formadas rodas de conversa com um número pré-determinado de idosos e com um assunto pré-definido. Essas rodas de conversa serão filmadas e posteriormente editadas (utilizando-se métodos pré-definidos) para uma organização coerente do documento. A escolha dos entrevistados será feita pela equipe produtora. A equipe é formada por pessoas da própria comunidade, o que lhe habilita para escolher os participantes, relacionando-os com os temas a serem discutidos. Poderá algum entrevistado participar de mais de uma roda de conversa sobre temas diferentes e ainda poderão ser feitas mais de uma roda de conversa sobre o mesmo tema, caso não se tenha o interesse dos participantes sobre o assunto ou o tema não tenha sido satisfatoriamente discutido.
Os participantes da entrevista receberão, com um dia de antecedência ao encontro, um material informativo sobre o tema que irão discutir. Isso tem o intuito de refrescar sua memória em busca de situações interessantes ao tema para que possam contribuir da melhor maneira no dia da roda de conversa. A proposta de que seja feita uma entrevista em grupo tem a intenção de que, ao se iniciar a conversa, dirigida por um mediador, a lembrança de um participante ajude aos demais do grupo a contribuir para o enriquecimento da informação. Ou seja, a partir de uma pergunta chave, um dos membros espontaneamente começa a discorrer sobre o assunto e, a partir dessa linha de pensamento, os outros integrantes terão sua memória ativada diante da experiência do outro, recordando, assim, a sua própria e enriquecendo a conversa.
Outro foco de entrevistas para o documentário será também sobre as pessoas que, sabidamente, tenham o conhecimento experiente sobre determinado tema, por exemplo: um velho motorista que trabalhou na estrada por muitos anos, e é reconhecido pela comunidade local como pessoa com conhecimento nato no tema transportes, terá uma entrevista individual devido sua relevância como testemunha. Assim como uma artesã reconhecida em um tipo de artesanato, como em lã, por exemplo, terá uma atenção especial, afinal dedicou grande parte de sua vida àquela atividade, não foi apenas uma mera assistente ou testemunha. Ela viveu e sobreviveu do ofício. Tentaremos abordar uma pessoa com conhecimento específico de vivencia em cada tema proposto.
Cada tema terá sua ambientação como cenário, ou seja, o plano de fundo das gravações, ou até o figurino, poderão ser usados para ilustrar o filme. Exemplo de uma gravação com o tema tradições gaúchas: as entrevistas poderão ser gravadas em um galpão crioulo; tema sobre transporte e produção: poderá ser gravado próximo à lagoa, visto que o transporte antigamente aqui era feito por barcos. Além da ambientação, no momento da edição poderão ser inseridas imagens antigas que ilustrem o depoimento do entrevistado.
Embora a produção de um documentário seja uma uma forma usual de registrar a histórica, somos convictos de que é uma ferramenta importante de registro, visto que proporciona imagem e som. Além disso, é uma ferramente democrática, visto que pode ser acessada por diversos modos de mídia e por vários públicos. Contudo, de nada adianta registrar a história sem critérios que elejam, ademais dos fatos, também a criatividade, a ilustração, a seriedade e encantamento do produto final. Assim, propomos inovação na forma de produzir a pesquisa e de preparar a mídia de divulgação.
Os vídeos produzidos serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas do município, à escolas, à entidades de classe e associação. Além disso poderá ser colocado em um site sobre a história de Mostardas que está sendo produzido paralelamente a este trabalho. Assim se democratiza o acesso ao trabalho realizado.
A participação da terceira idade na produção do vídeo é uma justa forma de incluir esse grupo no projeto, além do que a divulgação gratuita nas escolas e nos matinês dará acesso a diversos grupos da comunidade ao projeto.
1. O asfaltamento completo da RST 101 até Palmares do Sul foi concluído em março de 1993.
2. São José do Norte fica distante de Mostardas 160 km.
Objetivos:
Principal:
Produzir um documentário para registrar e divulgar fatos históricos do município de Mostardas utilizando da técnica de história oral.
Secundários:
- Impedir que fatos históricos se percam por falta de registro
- Registrar para a posteridade os fatos das entrevistas
- Valorizar a memória das pessoas da terceira idade
- Dar amplo acesso à comunidade sobre fatos de sua história
Procedimento
geral:
Será
feita
uma
agenda
de
entrevistas
com
pessoas
da
terceira
idade.
Os
grupos
pré-determinados
pela
equipe
produtora
receberão,
um
dia
antes
da
entrevista,
um
tema
para
ser
discutido.
Assim,
previamente
irão
ativando
sua
memória
sobre
o
assunto.
Serão
escolhidos
lugares
para
realizar
a
entrevista
que
tenham
as
seguintes
características:
confortáveis,
temáticos, com
a
possibilidade
de
instalação
dos
equipamentos
de
filmagens
e
com
disposição
de
um
pequeno
coquetel
para
os
participantes
da
entrevista.
Todas
as
entrevistas
terão
a
participação
de
um
mediador.
É
interessante
ressaltar
que,
em
alguns
casos,
a
equipe
poderá
se
deslocar
para
o
interior
do
município,
buscando
um
grupo
de
pessoas
que
tenha
mais
afinidade
com
determinado
tema
ou,
ainda
para
que
colha
o
depoimento
individual
de
uma
testemunha
relevante
ao
tema.
Procedimento
para
entrevista
em
grupo:
Os
participantes
serão
organizados
em
formato
de
círculo,
de
onde
também
fará
parte
o
mediador
da
entrevista.
Grupo
de
no
máximo
5
pessoas.
O
mediador
terá
posse
de
um
questionário
estruturado
para
conduzir
o
debate.
São
perguntas
previamente
definidas
com
o
intuito
de
evitar
que
a
conversa
saia
do
foco
do
dia,
bem
como
para
incentivar
algumas
memórias
e
aguçar
os
participantes
a
lembrar
de
alguns
fatos
curiosos
sobre
o
tema
proposto,
já
definidos
pela
equipe
produtora.
Cada
um
falará
o
tempo
que
desejar
sobre
a
pergunta
feita,
poderá
ser
interrompido
pelos
demais
participantes.
O
mediador
somente
irá
intervir
quando
achar
que
o
assunto
está
esgotado,
que
não
foi
totalmente
respondido,
que
algum
participante
poderia
contribuir
mais
para
o
assunto,
para
redirecionar
ao
foco
da
entrevista
ou
para
passar
à
próxima
pergunta.
O
tempo
do
encontro
seria
no
máximo
de
duas
horas.
Os
participantes
poderão
levar
fotos
ou
outros
objetos
que
acharem
interessantes
para
mostrarem
em
sua
entrevista.
Muito
desse
material
poderá
ser
utilizado
como
ilustração
no
documentário.
Procedimento
da
entrevista
individual:
O
participante
da
entrevista
individual
também
receberá
um
dia
antes
da
entrevista,
a
informação
de
qual
tema
será
tratado.
O
encontro
poderá
ser
na
própria
casa
do
participante,
local
de
seu
interesse
ou
temático.
É
importante
salientar
que
se
deve
observar
a
viabilidade
técnica
da
gravação
no
local
do
encontro
para
escolhê-lo
definitivamente.
Assim
como
no
encontro
em
grupo,
nessa
modalidade
haverá
um
mediador
que
também
guiará
sua
entrevista
com
um
roteiro
pré-definido.
Ele
será
o
responsável
pela
condução
da
conversa
sempre
apoiada
sobre
o
tema
e,
também
como
nos
moldes
da
entrevista
em
grupo,
intervirá
quando
achar
que
o
assunto
está
esgotado,
passando
para
a
próxima
pergunta;
para
aguçar
o
entrevistado
ou
para
sanar
alguma
dúvida
que
não
tenha
sido
respondida
ainda
em
seu
depoimento.
O
participante
também
poderá
levar
fotos
ou
outros
objetos
que
achar
necessário
para
sua
entrevista.
Esse
material
também
poderá
ser
utilizado
como
ilustração
no
documentário.
Pesquisa Prévia:
A
pesquisa
prévia
focará
sua
atenção
nos
temas
a
serem
escolhidos
para
debate,
bem
como
para
a
estruturação
do
questionário
a
ser
aplicado
nas
entrevistas.
A
equipe
produtora
se
cercará
de
informações
para
definir
quais
os
pontos
relevantes
para
alcançar
o
objeto
do
documentário
e
quais
as
perguntas
ajudarão
com
esse
intuito.
Para a escolha dos integrantes dos grupos debatedores, serão escolhidos pessoas da terceira idade que já tenham afinidade, isso proporciona maior desinibição e cumplicidade nas informações. Exemplificamos: Moradores do asilo municipal, integrantes dos grupos de terceira idade já formados na cidade, de grupos religiosos ou esportivos identificados, entre outros.
Outra
etapa
da
pesquisa
prévia
é
a
escolha
dos
entrevistados
individuais.
Essas
pessoas
são
escolhidas
após
a
definição
dos
temas,
afinal,
a
própria
justificativa
de
sua
escolha
está
ligada
diretamente
ao
tema.
A
relevância
de
sua
participação
em
uma
determinada
área,
segmento
ou
fato
histórico
faz
com
que
tenha
o
credenciamento
para
ser
uma
escolhida
a
falar
com
autoridade
sobre
determinado
assunto.
Temas
Temas
| Temas | Subtemas | Ítens |
| Arquitetura | Casa da Fazenda | Modos de construção, Quais materiais utilizados (paredes, piso, telhado, forro, aberturas) |
| Banheiro, Água, eletricidade | ||
| Simbologia nas construções | ||
| Casa da Freguesia | Modos de construção, Quais materiais utilizados (paredes, piso, telhado, forro, aberturas) | |
| Banheiro, Água, eletricidade | ||
| Simbologia nas construções | ||
| Profissionais da construção | Os pedreiros eram de Mostardas, nomes | |
| Carpinteiros | ||
| Sociedade | Ritos sociais | Batismos, namoros, casamentos (festa), morte, viúvos, separações |
| Batizados em casa, promessas | ||
| Festas Populares | reveillón, carnaval, | |
| bailes do Clube C.M., Rodeios, corrida de cavalos (cancha reta), bailes de galpão | ||
| Os circos, artistas que se vinham em Mostardas | ||
| Educação | Escolas, professores, caminho para escola, artes | |
| como era o aprendizado, as turmas | ||
| Relação entre pais, filhos, netos | ||
| Material didático | ||
| Outros | Peleias, Músicas da época, saraus, Banda São Luiz | |
| Pescarias, caçadas | ||
| Futebol, Serenatas | ||
| Relações entre brancos, índios e estrangeiros | ||
| Religiosidade | Festas religiosas católicas | São Luiz Rei, Divino Esp. Santo, Natal, Páscoa |
| Terno de Reis, são joão | ||
| Eventos religiosos outras religiões ou crenças | Ensaio de Promessa, cavalhada | |
| Folclore | Lendas | Boitatá, assombrações, lobisomem, negrinho do pastoreio, Pedrinho do campo, outros |
| Crendices | Simpatias, benzeduras, responso | |
| Medicina | Tradicional | Médicos, farmácias, Doença, |
| Alternativa | Remédios caseiros, chás, simpatias, benzeduras | |
| Curandeiros, parteiras | ||
| Gastronomia | Na cidade | Refeições principais |
| Receitas especiais | ||
| Alimentação em datas especiais (Natal, páscoa, aniversários...) | ||
| Doces, compotas | ||
| No campo | Refeições principais na casa grande e para os empregados | |
| Receitas especiais | ||
| Alimentação em datas especiais (Natal, páscoa, aniversários...) | ||
| Costumes sazonais | Verão | Praias, lagoas e açudes ou puxadas de água |
| Veraneio, alimentação | ||
| As carreteadas para as praias | ||
| Inverno | Como lidavam com o frio | |
| Economia | Agricultura e Pecuária | Cebola, profissionais, maquinário, modos de produção |
| Arroz, profissionais, maquinário, modos de produção | ||
| Gado bovino, tropeadas, carreteiros, juntas de bois | ||
| Gado ovino, tosa, carne | ||
| Lã | ||
| Transporte | Comércio às margens da lagoa | |
| Estrada do inferno | ||
| Transporte aéreo | ||
| ônibus | ||
| Comércio | Como eram vendidos os produtos | |
| Locais de comércio | ||
| Dinheiro | ||
| Artesanato | Tipos de artesanato | |
| Artesanato em lã | ||
| Em couro, madeira | ||
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